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Um casal de turistas do Mato Grosso sofreu agressões na praia de Porto de Galinhas, em Ipojuca (PE), após uma discussão envolvendo o preço do aluguel de cadeiras e guarda-sol. O caso ocorreu no fim de semana e ganhou grande repercussão.
Segundo relato das vítimas, os comerciantes informaram um valor inicial pelo serviço. No entanto, no momento do pagamento, os barraqueiros exigiram um preço maior. Diante da divergência, a situação saiu do controle.
Discussão por preço terminou em violência
De acordo com o casal, o valor combinado era de R$ 50. Porém, os barraqueiros passaram a cobrar R$ 80. Ao questionarem a mudança, os turistas sofreram agressões físicas.
Além disso, outras pessoas se juntaram à confusão. O casal relata que recebeu socos, chutes e golpes com cadeiras. A violência aconteceu em plena faixa de areia e na presença de outros banhistas.
Veja Vídeo
Vítimas receberam ajuda de guarda-vidas
Após as agressões, guarda-vidas civis prestaram socorro às vítimas e as retiraram do local. Em seguida, o casal buscou atendimento médico por conta própria.
Enquanto isso, vídeos gravados por testemunhas passaram a circular nas redes sociais. As imagens mostram o momento do tumulto e o estado físico dos turistas após o ataque.
Polícia investiga o caso
O casal registrou boletim de ocorrência, e a Polícia Civil iniciou as investigações. As autoridades trabalham para identificar todos os envolvidos na agressão.
Além disso, a apuração busca esclarecer se houve participação de comerciantes autorizados a atuar na orla ou de pessoas sem cadastro junto ao município.
Prefeitura tenta identificar os agressores
Em nota, a Prefeitura de Ipojuca afirmou que repudia o episódio. A gestão municipal informou que atua para identificar os barraqueiros envolvidos e adotar as medidas administrativas cabíveis.
Além disso, o município destacou que reforçou ações de fiscalização e ordenamento da orla de Porto de Galinhas, com foco em evitar novos episódios de violência contra turistas.
Caso gera repercussão nacional
Nas redes sociais, o casal classificou o episódio como um ato de extrema violência. Eles afirmaram que pretendem buscar responsabilização criminal e reparação pelos danos sofridos.
Enquanto isso, o caso reacendeu o debate sobre fiscalização do comércio informal e segurança em um dos destinos turísticos mais visitados do Nordeste.
