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Brasil repete pior posição em índice de percepção de corrupção da Transparência Internacional

País mantém desempenho negativo e segue abaixo da média mundial em ranking internacional

por Redação Diário Online
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Mesmo com leve variação, país segue estagnado e abaixo da média mundial

Mais uma vez, o Brasil aparece mal posicionado no Índice de Percepção da Corrupção.
O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (10) pela Transparência Internacional.

De acordo com o relatório, o país alcançou 35 pontos, em uma escala que vai de 0 a 100. Quanto maior a pontuação, menor é a percepção de corrupção no setor público.
Ainda assim, o resultado repete a segunda pior nota da série histórica brasileira.

Desempenho ruim e falta de avanço

Com essa pontuação, o Brasil ficou na 107ª posição entre 182 países e territórios avaliados.
Além disso, a pequena variação em relação ao ano anterior não é considerada significativa.

Ou seja, apesar de oscilações pontuais, o cenário indica estagnação.
Na prática, não houve avanço consistente.

Enquanto isso, a média global permaneceu em 42 pontos.
Da mesma forma, a média das Américas ficou no mesmo nível.
Portanto, o Brasil segue abaixo dos dois parâmetros.

Como funciona o índice

O Índice de Percepção da Corrupção é divulgado todos os anos.
Ele se baseia, principalmente, em avaliações de especialistas, analistas e executivos.

No entanto, o levantamento não mede casos concretos de corrupção.
Em vez disso, avalia a percepção sobre a integridade do setor público.

Assim, o índice reflete o grau de confiança nas instituições, na governança e nos mecanismos de controle.

Sinal de alerta institucional

Segundo a Transparência Internacional, pontuações baixas costumam indicar fragilidades institucionais.
Além disso, revelam dificuldades na fiscalização, na transparência e na responsabilização.

Por esse motivo, o resultado volta a acender um alerta.
Especialmente quanto à necessidade de políticas públicas mais eficazes e fortalecimento dos órgãos de controle.

Distância dos países mais bem avaliados

Em contrapartida, países líderes do ranking, sobretudo na Europa, registram notas acima de 80 pontos.
Nesses casos, há maior confiança na aplicação das leis e no combate à corrupção.

Já o Brasil segue distante desse patamar.
Com isso, consolida uma posição intermediária-baixa no cenário internacional.

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