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Moraes autoriza Bolsonaro a fazer exames em hospital após queda em cela da PF

por Redação Diário Online
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Ex-presidente sofreu acidente durante a madrugada e foi levado a unidade hospitalar em Brasília para avaliação neurológica

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou nesta quarta-feira (7) que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse levado a um hospital para a realização de exames médicos após sofrer uma queda dentro da cela onde está custodiado, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

De acordo com informações oficiais, Bolsonaro caiu durante a madrugada de terça-feira (6), enquanto dormia. Durante o acidente, ele teria batido a cabeça, o que levou a defesa a relatar sintomas como tontura, confusão mental e um ferimento na região da têmpora.

Pedido da defesa e decisão do STF

Inicialmente, a saída para o hospital havia sido negada. No entanto, após novo pedido dos advogados, que solicitaram exames mais detalhados, Alexandre de Moraes reconsiderou a decisão e autorizou o deslocamento do ex-presidente para avaliação clínica.

Na decisão, o ministro determinou que o transporte fosse feito pela Polícia Federal, de forma discreta, com entrada pelo estacionamento do hospital, além de escolta permanente durante todo o período fora da unidade prisional.

Exames neurológicos

Bolsonaro foi encaminhado ao Hospital DF Star, onde realizou exames neurológicos, entre eles tomografia computadorizada, ressonância magnética e eletroencefalograma. Os procedimentos tiveram como objetivo descartar possíveis lesões decorrentes da queda.

Após a conclusão dos exames, o ex-presidente deixou o hospital e retornou à custódia da Polícia Federal. Até o momento, não houve divulgação oficial de laudo médico detalhado.

Contexto recente

Bolsonaro está preso desde o fim de 2025, após condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado. Além disso, nas últimas semanas, ele já havia passado por procedimentos cirúrgicos, incluindo uma cirurgia para correção de hérnia abdominal, o que mantém sua condição de saúde sob acompanhamento constante.

A defesa segue monitorando o quadro clínico e aguarda os resultados completos dos exames para avaliar a necessidade de novos procedimentos.

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