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A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) deve ser indicada para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. A definição faz parte das articulações internas entre partidos para a distribuição dos colegiados permanentes da Casa.
Segundo informações de bastidores, o nome da parlamentar ganhou força nas negociações recentes. Assim, a tendência é que a indicação seja formalizada na próxima votação do colegiado.

Articulação entre bancadas
A possível escolha ocorre dentro do processo tradicional de divisão das comissões. Nesse modelo, os partidos negociam espaços estratégicos conforme o tamanho das bancadas e acordos políticos.
Nesse contexto, a Comissão da Mulher é considerada um dos colegiados relevantes. Isso porque analisa projetos ligados à proteção feminina, combate à violência de gênero e políticas públicas voltadas às mulheres.
Além disso, a presidência da comissão possui peso político. O cargo permite definir pautas prioritárias e conduzir debates legislativos ao longo do ano.
Pautas que devem ganhar destaque
Caso a indicação seja confirmada, a expectativa é de ampliação do debate sobre direitos das mulheres e igualdade de gênero. Ao mesmo tempo, temas relacionados à proteção social e enfrentamento à violência devem permanecer no centro das discussões.
A atuação da comissão também inclui análise de projetos de lei, realização de audiências públicas e fiscalização de políticas públicas voltadas às mulheres em nível nacional.
Trajetória e projeção política
Erika Hilton exerce mandato como deputada federal desde 2023 e se consolidou como uma das vozes atuantes em pautas de direitos humanos no Congresso. Antes disso, teve atuação destacada na política municipal e em agendas sociais.
Com a possível indicação, a parlamentar pode ganhar ainda mais protagonismo dentro da Câmara dos Deputados. Além disso, a escolha tem impacto simbólico no cenário político, por representar um marco na condução de debates institucionais ligados aos direitos das mulheres.
Próximos passos
A confirmação depende da votação interna da comissão após a instalação oficial dos colegiados. Até lá, as articulações políticas seguem em andamento nos bastidores do Legislativo.
Se confirmada, a nova presidência deverá conduzir a agenda do colegiado ao longo do ano legislativo, influenciando diretamente a tramitação de propostas relacionadas às políticas públicas para mulheres no país.