Goiás passou a integrar o grupo dos seis estados que melhor remuneram professores da rede pública estadual, segundo levantamento do Movimento Profissão Docente, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado reflete a política de valorização do magistério implementada pela Secretaria de Estado da Educação durante a gestão de Fátima Gavioli, que comandou a pasta até deixar o cargo para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições deste ano.
O estudo aponta que a remuneração inicial dos professores da rede estadual goiana alcança R$ 7.160,49, considerando vencimento, gratificações e vantagens permanentes da carreira. O valor supera a média nacional, estimada em R$ 6.212,36.
Ao longo dos últimos anos, a Secretaria de Estado da Educação adotou medidas como o pagamento do piso nacional do magistério, concessão de progressões e promoções, cumprimento de direitos previstos no Plano de Carreira e investimentos em formação continuada dos profissionais da educação. As ações contribuíram para que Goiás avançasse 12 posições no ranking nacional de remuneração docente.
De acordo com o levantamento, a posição alcançada pelo estado está relacionada às políticas de valorização dos profissionais da educação, à estrutura da carreira e à capacidade de investimento na rede pública estadual.
Além da remuneração, a rede estadual ampliou programas de qualificação profissional, incentivo à formação continuada e desenvolvimento da carreira docente. O objetivo é fortalecer o quadro de professores e contribuir para a melhoria dos indicadores educacionais.
Os dados do CLP utilizam como base a remuneração bruta inicial dos professores das redes estaduais, incluindo vencimento básico, gratificações e vantagens permanentes. No ranking nacional, Goiás aparece atrás apenas de Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará, Roraima e Mato Grosso.
