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A Justiça da Paraíba condenou o influenciador digital Hytalo Santos e o marido dele, Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, a oito anos de prisão por crimes relacionados à produção e divulgação de conteúdos envolvendo adolescentes nas redes sociais. A decisão judicial foi proferida após análise das provas reunidas ao longo da investigação.
Entenda a condenação
De acordo com as informações do processo, o casal foi responsabilizado por práticas que envolvem a exposição de menores em conteúdos considerados inadequados, com conotação sexual e ampla divulgação nas plataformas digitais. O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e passou a ser acompanhado de perto por autoridades e pelo público.
Além disso, as investigações apontaram que os conteúdos publicados teriam ultrapassado os limites legais de proteção à infância e à adolescência, o que fundamentou a condenação na esfera criminal.
Prisão e andamento do caso
Hytalo Santos e o companheiro já estavam presos preventivamente desde 2025, durante o andamento das apurações. Com a sentença, a Justiça fixou a pena de oito anos de reclusão, reforçando o entendimento de que houve violação das normas que protegem menores de idade em ambientes digitais.
O caso também reacende o debate sobre a responsabilidade de influenciadores digitais na produção de conteúdo e os limites legais envolvendo a participação de adolescentes em publicações nas redes.
Defesa se manifesta
A defesa do casal afirmou que irá recorrer da decisão judicial. Segundo os advogados, a sentença teria sido influenciada por fatores externos e não refletiria, na visão da defesa, uma análise adequada de todo o conjunto probatório.
Mesmo assim, a condenação em primeira instância mantém o cenário jurídico desfavorável aos acusados, que seguem à disposição da Justiça enquanto o caso avança nas próximas etapas processuais.
Repercussão nas redes sociais
A condenação gerou forte repercussão nas redes, com opiniões divididas entre internautas. Enquanto parte do público defende rigor na proteção de menores na internet, outros questionam a condução do processo e aguardam o julgamento de eventuais recursos.