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Prefeitura de Goiânia promove Dia Mundial da Conscientização da Fibromialgia

Com o tema “Dor Invisível, Voz Presente”, evento realizado pela Semasdh reuniu pessoas com fibromialgia, profissionais da saúde e comunidade para discutir qualidade de vida, direitos e enfrentamento da dor crônica

por Redação Diário Online
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A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), realizou nesta semana, na sede da pasta, evento em alusão ao Dia Mundial da Conscientização da Fibromialgia. Com o tema “Dor Invisível, Voz Presente”, a ação promoveu um espaço de acolhimento, informação e fortalecimento da rede de apoio às pessoas que convivem com a doença.

A ação contou com palestras, dinâmicas e orientações voltadas ao enfrentamento da fibromialgia, abordando aspectos emocionais, qualidade de vida, autocuidado, direitos e inclusão social. Ao todo, participaram mais de 100 pessoas, entre pessoas com fibromialgia, familiares, profissionais da saúde, representantes institucionais e comunidade em geral.

A titular da Semasdh, Erizania Freitas, destacou a importância de ampliar o debate sobre doenças invisíveis e fortalecer políticas públicas de acolhimento e inclusão. “Falar sobre fibromialgia é dar visibilidade à dor de milhares de pessoas que muitas vezes enfrentam incompreensão e preconceito. Nosso compromisso é promover informação, acolhimento e garantir que essas pessoas tenham acesso aos seus direitos, respeito e qualidade de vida”, afirmou.

Entre os destaques da programação, a palestra “Entendendo a Fibromialgia sem Medo”, ministrada pela psicóloga Priscila Barbosa Gonçalves, abordou os impactos emocionais do diagnóstico e estratégias de enfrentamento psicológico. “A informação é uma ferramenta importante para reduzir o medo e fortalecer emocionalmente quem recebe o diagnóstico. Quando a pessoa compreende a doença e encontra acolhimento, ela consegue desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com a dor e preservar sua qualidade de vida”, ressaltou a psicóloga.

Também participaram da programação a nutricionista Michele Eler de Souza Silva, com orientações sobre organização da rotina e autocuidado; a psicóloga e especialista neurocientista/comportamental Daiany Tavares, abordando os impactos emocionais da dor crônica; e a advogada Carla Manila, especialista em Direitos das Pessoas com Dificiência, que falou sobre direitos, inclusão e acesso às políticas públicas para pessoas com fibromialgia. O encerramento contou com dinâmica interativa conduzida pelo terapeuta Arlem Newber, promovendo integração, autoestima e fortalecimento coletivo entre os participantes.

Além das atividades de conscientização e acolhimento, a Semasdh abordou a importância da Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia (CIPFIBRO), instrumento que contribui para o reconhecimento da condição e para o acesso aos direitos garantidos pela legislação municipal. Atualmente, Goiânia possui 1.195 pessoas cadastradas no Cadastro Municipal de Fibromialgia, muitas delas já beneficiadas com a emissão da carteira. O documento auxilia no acesso à prioridade de atendimento, serviços públicos, políticas de mobilidade e demais direitos assegurados às pessoas com deficiência.

A carteira pode ser solicitada de forma online, pelo site da Prefeitura de Goiânia, ou presencialmente na Gerência de Acessibilidade da Semasdh. Também está disponível em formato digital pelo aplicativo “Goiânia 24h”, ampliando o acesso e promovendo inclusão digital. Em caso de dúvidas, o atendimento pode ser realizado pelo WhatsApp (62) 9 9207-9305.

Fotos: Semasdh

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