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O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno da eleição presidencial entre os eleitores de Minas Gerais. É o que aponta a nova pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (8).
Segundo o levantamento, Flávio registra 40% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 37%. Apesar da vantagem de três pontos percentuais para o candidato do PL, os dois estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro da pesquisa.
O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Portanto, a diferença entre os candidatos está dentro do limite estatístico.
Flávio cresce e Lula oscila
O resultado também representa uma mudança em relação ao levantamento anterior. Flávio Bolsonaro cresceu cinco pontos percentuais, enquanto Lula oscilou negativamente um ponto.
Além dos candidatos, 15% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo ou que não pretendem votar. Outros 8% ainda estão indecisos.
Dessa forma, o cenário em Minas Gerais mostra uma disputa apertada entre os dois principais nomes testados para o segundo turno.

Lula lidera no primeiro turno
No cenário de primeiro turno sem a presença de Pablo Marçal (PRTB), Lula aparece na frente em Minas Gerais, com 31% das intenções de voto.
Flávio Bolsonaro vem logo atrás, com 27%. Na sequência aparecem Augusto Cury (Avante), com 8%, e Romeu Zema (Novo), com 6%.
Ronaldo Caiado (PSD) registra 3%, enquanto Renan Santos (Missão) aparece com 2%. Os demais candidatos testados não chegaram a 1%.
Nesse cenário, 15% dos eleitores estão indecisos, enquanto 8% afirmam que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer.
Pesquisa ouviu 1.506 eleitores
A pesquisa Quaest entrevistou 1.506 eleitores de Minas Gerais entre os dias 4 e 7 de setembro de 2026.
O levantamento tem nível de confiança de 95% e foi contratado pelo Grupo Globo. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral.
Minas Gerais é considerado um dos estados mais importantes para a disputa presidencial por concentrar um dos maiores eleitorados do país. Por isso, o desempenho dos candidatos no estado é acompanhado de perto pelas campanhas.