A Prefeitura de Goiânia começou no sábado (7) uma operação para coibir a atuação de flanelinhas no entorno de estádios e grandes eventos da capital, segundo o jornal Brasil em Folhas. A fiscalização fica a cargo da Guarda Civil Metropolitana (GCM).
Onde a operação começou
A primeira aplicação foi na partida entre Vila Nova e Criciúma, marcada para as 20h de sábado. De acordo com o texto, a ação será estendida aos próximos jogos na cidade e a apresentações musicais.
Por que a medida foi adotada
Segundo a publicação, a Prefeitura atendeu a um pedido do presidente da Câmara Municipal, vereador Romário Policarpo. Ele afirma que torcedores reclamam com frequência da cobrança pelo uso de espaços públicos, que consideram ilegal, e diz haver registros de valores acima de R$ 100 por jogo. Policarpo também disse que a presença da GCM deve reduzir o risco de conflitos físicos, já que há casos de torcedores irritados que reagem com agressividade contra os trabalhadores.
O prefeito Sandro Mabel, conforme o texto, afirma que o objetivo é evitar a exploração de vagas públicas e reduzir atritos entre torcedores e trabalhadores informais.
O que ainda não está claro
A reportagem consultada não cita lei, decreto, multa ou penalidade, nem detalha o que a fiscalização fará além de coibir a cobrança. Policarpo admitiu que acabar totalmente com a prática é difícil e que a meta é reduzi-la ao máximo. Ele ressaltou ainda que a medida não atinge todos os trabalhadores informais da região.
Como a operação deve se repetir nos próximos jogos e shows, a base legal e as regras de atuação da GCM devem ser os próximos pontos a acompanhar.
Fonte: Brasil em Folhas.
Imagem ilustrativa: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (foto de 2018). Foto: Leandro Moura / MTur / Wikimedia Commons / domínio público.