Início » No Dia dos Professores, Sintego Regional Aparecida de Goiânia reforça luta por valorização da categoria

No Dia dos Professores, Sintego Regional Aparecida de Goiânia reforça luta por valorização da categoria

Piso na carreira, retroativos, progressões, saúde e condições de trabalho estão entre as principais reivindicações do sindicato

por Luma Silveira
0 comentários

Neste Dia dos Professores, o Sintego Regional Aparecida de Goiânia reforça a defesa da valorização da categoria e destaca como principais pautas a aplicação do Piso Nacional do Magistério na carreira, o pagamento de retroativos do piso e do Descongela, as progressões horizontais e verticais, as titularidades e a garantia de condições dignas de trabalho.

Para o presidente do Sintego Regional Aparecida de Goiânia, Antônio Carlos Gontijo, a aplicação do piso na carreira é uma das principais prioridades do sindicato. “Queremos que o piso seja aplicado na carreira, refletindo em todas as progressões das professoras e dos professores, e não que seja o teto do vencimento”, afirma. O sindicato acompanha o julgamento do Tema 1218 no Supremo Tribunal Federal e também desenvolve, em parceria com o DIEESE, estudos sobre a aplicação do piso.

A saúde dos trabalhadores da educação também está entre as preocupações apontadas pelo sindicato. Antônio Carlos relaciona o adoecimento da categoria à sobrecarga de trabalho, ao excesso de demandas burocráticas, ao uso de múltiplas plataformas e ao número elevado de estudantes por sala. “Valorizar os trabalhadores da educação significa garantir saúde, condições dignas de trabalho e respeito aos seus direitos”, destaca.

Outra frente de atuação é o enquadramento das agentes educativas no quadro do magistério, pauta que o sindicato defende com base na Lei Federal nº 15.326/2026. Segundo Antônio Carlos, o Sintego já realizou reuniões com a Secretaria Municipal de Educação e participa de um grupo de trabalho para discutir a construção da proposta. O sindicato também cobra o avanço das progressões horizontais e mantém o diálogo com o poder público sobre as demais reivindicações da categoria.

“Valorizar as trabalhadoras e os trabalhadores da educação exige luta e não abrir mão de nenhum dos nossos direitos”, conclui Antônio Carlos, ao destacar que o sindicato seguirá acompanhando as pautas da categoria e cobrando medidas de valorização profissional.

Você também pode gostar

Deixe um comentário