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Uma mensagem atribuída a Roberta Luchsinger com a expressão “meu sócio é guloso” foi associada a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em reportagem publicada pelo Metrópoles nesta quinta-feira (24). A defesa do empresário, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, questiona a autenticidade dos diálogos e a identificação de seu cliente nas conversas.
Segundo o veículo, a frase aparece em uma troca de mensagens de dezembro de 2023 com Quesede Ayres Henrique, ex-secretário de Saúde de Goiânia. A divulgação ocorre agora, mas o diálogo relatado é anterior. Fonte: Metrópoles.
Conversas mencionam pagamentos
A reportagem também descreve mensagens entre Roberta e seu auxiliar, Ulisses Barbosa Viana Junior, sobre entrega de dinheiro a uma pessoa identificada como “Fábio”.
Outro registro envolve um depósito de R$ 26.809 para a agência de viagens TTW Group, que o Metrópoles relaciona a despesas do empresário. A associação dos pagamentos a Lulinha é contestada por seus advogados.
O emprego da palavra “sócio” em uma conversa, isoladamente, não comprova sociedade empresarial formal nem participação em crime.
O que diz a defesa de Lulinha
À CNN Brasil, o advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou que não pode confirmar a autenticidade das mensagens e que elas não constam dos inquéritos no Supremo Tribunal Federal aos quais a defesa teve acesso.
O advogado também questionou se o “Fábio” mencionado é seu cliente e negou recebimento de recursos ilícitos. Segundo a CNN, as defesas de Roberta, Ulisses e Quesede não haviam respondido ao veículo até a publicação daquela reportagem. Fonte: CNN Brasil.
Investigações e limites das informações
A CNN informa que Lulinha é investigado em três inquéritos sobre suspeitas de tráfico de influência e corrupção. Ele nega irregularidades.
O Diário Online não teve acesso independente ao material integral da investigação. A notícia se baseia nas reportagens citadas; as suspeitas relatadas não equivalem a uma condenação.