O Al-Nassr atravessa uma grave crise financeira e não poderá contratar jogadores enquanto não equilibrar suas contas.
Segundo o jornal Al Riyadh, o clube saudita acumula uma dívida de aproximadamente 213 milhões de dólares, valor superior a R$ 1 bilhão.
Por causa desse cenário, o Fundo de Investimento Público (PIF), responsável pelos investimentos no futebol saudita, proibiu novas contratações de atletas e treinadores até que a situação financeira seja regularizada.
Como consequência, o Al-Nassr ainda não anunciou reforços nesta janela de transferências.
Além disso, o clube emprestou o atacante Jhon Durán ao Benfica e perdeu os jogadores Brozovic e Ghareeb, que ficaram livres no mercado.
PIF apresenta três medidas para equilibrar as contas
Para tentar reverter a crise, o PIF apresentou três alternativas à diretoria do Al-Nassr.
Entre as medidas estão a limitação dos poderes financeiros da atual gestão, a contratação de empresas especializadas em consultoria financeira e a análise de propostas para vender parte do clube.
O objetivo é aumentar as receitas, reduzir despesas e recuperar a sustentabilidade econômica da equipe.
Segundo a publicação, o Al-Nassr somente poderá voltar ao mercado quando comprovar capacidade financeira para cumprir seus compromissos.
Além disso, o clube enfrenta relatos de atrasos salariais, o que amplia a preocupação às vésperas do início da Saudi Pro League.
Cristiano Ronaldo tem contrato até 2027
Cristiano Ronaldo, de 41 anos, possui contrato com o Al-Nassr até junho de 2027.
Outros nomes importantes do elenco, como Sadio Mané, João Félix e Iñigo Martínez, também têm vínculo com o clube e podem deixar a equipe no próximo ano.
Enquanto o Al-Nassr enfrenta dificuldades financeiras, o rival Al-Hilal segue investindo no mercado.
O clube anunciou a contratação de Crysencio Summerville, ex-West Ham, por mais de 60 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 348 milhões.
Fonte: Portal Lance / Al Riyadh.
Foto: Cristiano Ronaldo se lamenta durante Al-Nassr x Gamba Osaka, pela ACL Two (Foto: Fayez Nureldine/AFP)
